Initial plugin text Dezessete anos depois e com o corpo mais "rasgado" do que nunca, Juliana Paes está de volta não foi ofuscado no retorno à sua escola de coração. Dezessete anos após sua última passagem marcante, a atriz está de volta à Viradouro, ocupando um posto de destaque que fez seu coração bater mais forte. Em uma conversa descontraída e "encharcada" com o RJ1, Juliana comentou que o carnaval é o momento ideal para se permitir viver novos personagens, usar fantasias e mudar o visual — como o novo cabelo, com "mega hair", que tem servido até de inspiração para fãs. "Dá para botar cabelo, dá para botar fantasia, dá pra botar um salto, dá fazer o que a gente quiser, ser o que a gente quiser no carnaval. O grande pulo do gato é quando a gente olha e vê que não tá ali 100%, mas a gente não tá se cobrando. Quando a gente começa a achar que está tudo bem", afirmou a atriz sobre a entrega à folia. 'É muito importante estar se mostrando', diz Juliana Paes O convite e a emoção do retorno O retorno de Juliana Paes não foi planejado por ela, mas sim fruto de um convite irrecusável e cheio de afeto do Mestre Ciça, mestre de bateria homenageado no enredo da Viradouro. Segundo a atriz, o chamado foi para que ela estivesse exatamente onde a pulsação da escola é mais forte: diante da bateria, ao lado de Ciça. Juliana Paes, rainha da Viradouro Rafael Quintão/TV Globo "A perna deu aquela [tremida], mas eu não podia dizer não", confessou. Um refúgio em tempos difíceis Juliana Paes, rainha da Viradouro Rafael Quintão/TV Globo Muito além do samba e do brilho, a Viradouro representa um capítulo fundamental na história pessoal de Juliana. A atriz revelou que a quadra da escola foi seu "lugar de acolhimento" em períodos de solidão e dor, como quando seus pais se separaram e seus irmãos e mãe foram morar no exterior. "O chão ali daquela quadra foi o lugar onde eu encontrava os meus amigos, onde eu tomava minha cervejinha, onde eu era eu mesma", relembrou emocionada. Ao encerrar a entrevista, Ju Paes citou versos do samba que resumem seu sentimento pela agremiação de Niterói: "Se eu for morrer de amor, que seja no samba. Só Viradouro onde a arte o consagrou".
Juliana Paes fala sobre novo visual: 'Dá para ser o que a gente quiser no carnaval'
Escrito em 13/02/2026
Initial plugin text Dezessete anos depois e com o corpo mais "rasgado" do que nunca, Juliana Paes está de volta não foi ofuscado no retorno à sua escola de coração. Dezessete anos após sua última passagem marcante, a atriz está de volta à Viradouro, ocupando um posto de destaque que fez seu coração bater mais forte. Em uma conversa descontraída e "encharcada" com o RJ1, Juliana comentou que o carnaval é o momento ideal para se permitir viver novos personagens, usar fantasias e mudar o visual — como o novo cabelo, com "mega hair", que tem servido até de inspiração para fãs. "Dá para botar cabelo, dá para botar fantasia, dá pra botar um salto, dá fazer o que a gente quiser, ser o que a gente quiser no carnaval. O grande pulo do gato é quando a gente olha e vê que não tá ali 100%, mas a gente não tá se cobrando. Quando a gente começa a achar que está tudo bem", afirmou a atriz sobre a entrega à folia. 'É muito importante estar se mostrando', diz Juliana Paes O convite e a emoção do retorno O retorno de Juliana Paes não foi planejado por ela, mas sim fruto de um convite irrecusável e cheio de afeto do Mestre Ciça, mestre de bateria homenageado no enredo da Viradouro. Segundo a atriz, o chamado foi para que ela estivesse exatamente onde a pulsação da escola é mais forte: diante da bateria, ao lado de Ciça. Juliana Paes, rainha da Viradouro Rafael Quintão/TV Globo "A perna deu aquela [tremida], mas eu não podia dizer não", confessou. Um refúgio em tempos difíceis Juliana Paes, rainha da Viradouro Rafael Quintão/TV Globo Muito além do samba e do brilho, a Viradouro representa um capítulo fundamental na história pessoal de Juliana. A atriz revelou que a quadra da escola foi seu "lugar de acolhimento" em períodos de solidão e dor, como quando seus pais se separaram e seus irmãos e mãe foram morar no exterior. "O chão ali daquela quadra foi o lugar onde eu encontrava os meus amigos, onde eu tomava minha cervejinha, onde eu era eu mesma", relembrou emocionada. Ao encerrar a entrevista, Ju Paes citou versos do samba que resumem seu sentimento pela agremiação de Niterói: "Se eu for morrer de amor, que seja no samba. Só Viradouro onde a arte o consagrou".

